“É necessário inovar na educação”, coordenadora Tânia Fetchir – Apreender

Tânia Fetchir

“Acredito na importância de inovar, e como educadora busco sempre novas metodologias de trabalho".

Os alunos do século 21 fazem parte de uma geração que busca o chamado propósito de vida. Eles estão menos interessados em ter uma carreira estável e mais dispostos a gerar valor para si e para sociedade. Com os avanços tecnológicos, o acesso fácil à informação e as diversas soluções que buscam reinventar o modelo de ensino e gestão das escolas, há ferramentas para isso. A inovação na educação é o ajuste necessário para que o jovem de hoje em dia se enquadre.

Foi pensando nessas diferentes formas de inovar que Tânia Fetchir, Coordenadora de Sociologia da Diretoria de Ensino – Região de Botucatu, cadastrou-se como Avaliadora de Solução (disponível para avaliar e dar feedback) na plataforma Apreender. “Acredito na importância de inovar, e como educadora busco sempre novas metodologias de trabalho. Por isso, resolvi me cadastrar”, conta.

Tânia acredita que o maior impacto das inovações dentro das escolas vem por meio das tecnologias. Embora não seja o único modo de inovar, as experiências ao longo de vinte anos de carreira da coordenadora são centradas na área. “Acredito que a tecnologia sempre fez parte da minha vida profissional. Nos últimos anos, tenho trabalhado com o Currículo+, plataforma que apoia a utilização do currículo da rede estadual”, exemplifica. Além disso, a educadora também tem interesse em áreas como gestão escolar e de aprendizagem, formação de professores, engajamento da família e desenvolvimento de competências para o século 21.

Em relação aos desafios práticos que Tânia já teve para implementar ou passar a utilizar uma solução inovadora, os principais são devidos à falta de infraestrutura da rede pública que, por sinal, já barrou muitas experiências de inovação, segundo a coordenadora. “A possibilidade de inovar é muito grande. No entanto, na rede pública, enfrentamos problemas como, por exemplo, a falta de acesso à internet, limitação de atividade por celular devido à realidade social dos alunos e barreiras apresentadas pela equipe gestora e também pelo corpo docente da escola”, explica.

Diante deste cenário, se o empreendedor não conseguir compreender a realidade e peculiaridades da rede de ensino pública, os entraves para inovar são muito grandes. Por isso, a coordenadora acredita que “a união entre empreendedor e educador só irá trazer bons frutos quando um ouvir o outro e aprender com o outro, além de saber entender as necessidades e opiniões do aluno”, finaliza.

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