Mínimo Produto Viável – Apreender
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Uma das frases mais ouvidas no Vale do Silício, famoso reduto de empreendedorismo e inovação localizado na Califórnia, é “falhe mais rápido, da forma mais inteligente e gastando menos dinheiro”. Depois de testar a viabilidade do produto/serviço em um protótipo, é importante também testar sua viabilidade comercial realizando um Mínimo Produto Viável (MVP).

O protótipo “só vira MVP quando o mercado (real) dá algum feedback (real) que tenha utilidade (real) para validar sua hipótese. Lembro dos exercícios de física, em que tínhamos cenários artificiais – condições normais de temperatura e pressão, ou desconsidere a resistência do ar. No MVP, não tem CNTP. É o mundo real. Na sala de reuniões, no ar condicionado, todo plano é genial e funciona”, escreve Tiago Mattos, idealizador da escola de cursos criativos Perestroika, no livro Vai lá e Faz.

No MVP, o mais importante é colher informações que serão importantes para viabilizar seu negócio. É um processo em que se deve ter foco no aprendizado, não tanto no atingimento das metas ou no desempenho inicial do produto/serviço.

Se a ideia foi validada e comprada pelo público-alvo, o empreendedor pode melhorá-la para garantir um modelo de negócio mais sustentável e um produto/serviço que realmente impacte positivamente o aprendizado e o desenvolvimento dos alunos, no caso de uma solução educacional. O MVP é um dos mecanismos de colheita de feedbacks para que isso seja possível